Da mesma forma que os adolescentes iranianos Mahmoud Asgari e Ayaz Marhoni ( de 15 e 16 anos, respectivamente)  foram executados no Irã – se tornando um símbolo da luta contra a homofobia – em todo o mundo, milhares de gays e lésbicas seguem sendo atacados e assassinados, sem que esses crimes recebam punição que iniba definitivamente a homofobia.

O ódio à orientação sexual segue sendo uma barbárica face do  “mundo da tecnologia da informação sem fronteiras”. Um paradoxo triste e revoltante, que exige um posicionamento de cada um de nós, especialmente aqueles que, não sendo gays, discordam de  leis e comportamentos  discriminatórios.

Lutemos pela punição exemplar à Homofobia e pelo fim da ira selvagem contra os gays!

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Por mais absurdo e incrível que pareça, estamos vivendo, em pleno limiar de 2011, um recrudescimento dos crimes contra homossexuais. E não apenas em países bizarros como a jurássica Uganda. Tanto no colorido, tropical e falsamente liberado Brasil, quanto no Conservador e violento Estados Unidos barbáries como essa acontecem.

O ódio dedicado por segmentos da população aos homossexuais atinge níveis de atrocidades, ao mesmo em tempo em que os esforços das autoridades não parecem legítimos ou enfáticos o suficiente para inibir essa onda de crimes, “bullying” e outras formas de agressão aos gays, lésbicas e transgêneros.

O fato, entretanto, é que por trás desse recrudescimento da violência anti-gay está uma boa notícia. A inexorabilidade da conquista dos direiros por parte dos homossexuais, que precisam, em 2011, deixar de ser tratados como eram as mulheres e os negros. Ou como ainda são tratadas outras minorias, como os deficientes físicos.

A homofobia, um crime hediondo, esconde o medo e a ignorância que os homofóbicos têm de algo que não conhecem e geralmente temem ou repelem por conta da “lavagem cerebral” que todos recebemos das igrejas, famílias e outras organizações sociais.

Por mais que muitas sociedades estejam caminhando aceleradamente para coibir todo e qualquer tipo de discriminação contra os homossexuais, o que parece persistir de forma doentia é a necessidade que alguns têm de descarregar suas frustrações e inseguranças sobre alvos que considera mais “fáceis”, na esperança de nem serem punidos. Mais ainda, serem até “aplaudidos” por outros simpatizantes da “causa homofóbica”.

Os que odeiam os gays, querem exterminá-los ou, no máximo, como fazem a maioria das igrejas cristãs, “reeducá-los’, “curá-los” ou “regenerá-los”, como se isso fosse possível. Como se ser homossexual fosse uma doença ou uma “escolha”, um “desvio”.

A sanha dos homofóbicos não tem limites nem lei. E só a lei e a punição poderá salvaguardar um mínimo de diretos a uma popuylação que, pessimisticamente é estimada em 10% de toda a população mundial. Seriam quase 1 bilhão de gays no mundo…

E os gays estão se organizando, já imaginando que talvez, a única resposta a essa violência irracional, troglodítica, seja a violência idêntica. Não concordamos com isso, mas tememos que muitos homossexuais, acuados e com suas vidas em jogo, partam para formar milícias em defesa de seu direito de viver a vida do jeito que querem, como lhes deveriam garantir qualquer sociedade livre e democrática. Com todos os direitos, inclusive o de casar. Adotar filhos, obter cidadania, enfim. Todos os direitos! Já que na Democracia real, ninguém é melhor, pior ou diferente de ninguém.

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O O vídeo abaixo foi produzido pela Pixar, empresa do grupo Disney que produz os mais sofisticados e bem sucedidos filmes de animação do planeta. Participam da gravação apenas alguns dos funcionários, assumidamente gays, que trabalham na Pixar.

Não há como não se emocionar com esses depoimentos.



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Módulos

ROBERTO, 64

12. Dec, 2010
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Calhambeque, pois, pois

Existem raros registros em vídeo do início da carreira de Roberto Carlos.

Incêndios nos arquivos das Tvs Record e Tupi e o descaso total que imperava quanto à preservação da memória cultural do país, cuidaram de eliminar essas históricas gravações e filmagens.

Esse vídeo, dos arquivos da RTP (Portugal) são da primeira apresentação do “Rei” em Lisboa, em 1964.

“O calhambeque” foi o primeiro sucesso nacional de RC, já no seu terceiro LP para a  CBS  (atual Sony), intitulado “É Proibido Fumar”. E teve até alguma repercussão internacional – América Latina e Portugal.  O arranjo nessa apresentação é o originalmente lançado num compacto simples em Portugal, bem diferente do que foi gravado no LP brasileiro.

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Sinatra & Jobim

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Elis – Raridade!

AVATAR

12. Dec, 2010
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O eclipse oculto da overdose visual

Assistir “Avatar” em Blue Ray num monitor de alta definição é uma experiência  lisérgica. Na minha vida de ávido cinéfilo, onde já devo ter assistido  uns 5 mil filmes.

Não me lembro de uma experiência visual tão rica e estonteante.

O que me faz lembrar que “Avatar” tem um ótimo argumento, um conteúdo de alerta sócio-político-ecológico que o classificaria quase que como um “filme-panfleto” em defesa do meio ambiente e do respeito à autodeterminação dos povos e seu habitat.

O problema é que o diretor canadense James Cameron se notabiliza por propor aventuras conscientes – como em “O Segredo do Abismo” e “O Exterminador do Futuro” – embalados numa parafernália de efeitos e tecnologia que terminam por assassinar inapelávelmente o brilho do conteúdo.

“Avatar” fica reduzido ao espetáculo pirotécnico, à genialidade da morfotransmutação da ação viva com a gerada por computadores e os recados sociais e políticos se tornam frases publicitárias de efeito imediato e efervescente.

Uma pena. Porque o filme é belíssimo e o feito cinematográfico é extraordinário. Se conseguisse manter a relevância do conteúdo, estaríamos diante não apenas do filme de maior bilheteria da história, mas de um filme essencial e histórico por motivos além dos computadores e da genialidade estética.

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“Vidas Secas”

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“O Pagador de Promessas”

SAMBA CLASSICS

11. Dec, 2010
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Palmas para o Samba!

Ah! Quantos pecados são cometidos em nome do glorioso Samba…  Mesmo “enxovalhado” pelo inesgotável tsunami de mediocridade, traduzidos em sambão-beleza, pagode-maravilha, e outras baboseiras mais, o verdadeiro samba segue um impávido colosso.

É só conferir essa coletânea com 28 jóias que expressam com incrível criatividade, a diversidade do samba brasileiro, samba de raiz, dos morros cariocas, das ruelas da velha Bahia, das rodas de Santo Amaro, da glória na Sapucaí ou da elegância dos salões de gafieira.

Aqui, a gente bate “palmas para o samba” e suas ramificações poéticas, rítmicas e sonoridades  mais distintas.

1 – A banca do distinto – Dolores Duran

2 – O meu pecado – Paulinho da Viola

3 – Chora tua tristeza – Dalva Andrade

4 – Tive Sim – Cartola

5 – Escurinho – Dolores Duran

6 – Orora analfabeta – Jards Macalé

7 – Palhaçada – Dóris Monteiro

8 – Mulher de trinta – Miltinho

9 – Tem que rebolar – Elizeth Cardoso & Ciro Monteiro

10- Pitada de tabaco – Riachão

11- Alô Alô – Maria Alcina

12 – Mudando de conversa – Dóris Monteiro

13 – Vá morar com o diabo – Riachão & Caetano Veloso

14 – Bolinha de papel – Miltinho

15 – Nega Luzia – Paulinho da Viola

16 – Moreninha boa – Ciro Monteiro

17 – Não enche – Caetano Veloso

18 – Acorda amor – Chico Buarque

19 – A Bahia te espera – Maria Bethânia

20 – Meu ébano – Alcione

21 – Devagar com a louça – Elza Soares

22 – Ele mexe comigo – Baby Consuelo

23 – Vou deitar e rolar – Elis Regina

24 – Samba rasgado – Gal Costa

25 – Acertei no milhar – Moreira da Silva

26 – Volta por cima – Noite Ilustrada

27 – É hoje – Caetano Veloso

28 – Não suje meu caixão - Panela

Confira na nossa Rádio a nossa seleção de “Samba Classics”

Bossa & Blues

15. Oct, 2010
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A cantora paulista Beatriz Malnic lançou no dia 15 de dezembro, no novíssimo e chique Aventura Arts Center, o Box-Set DVD e CD ao Vivo “Bossa & Blues”, projeto que lhe rendeu o “Press Award” 2010.

Mesclando clássicos da Bossa Nova,  sambas-canções brasileiras, com blues e standards norte-americanos, Beatriz desfila suavidade e intimismo num show que superlotou as duas apresentações no Cinema Paradiso, no final de 2009.

Mais informações sobre como comprar o CD ou DVD  “Bossa & Blues”, ligue para 954-779-3072 ou acesse o site www.greenmusic.com

CAPITAIS DO BRASIL

17. Nov, 2010
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Um jeito bem humorado e chique de curtir nossas capitais

Como fazer um livro que tenha o padrão usual dos “coffee table books”, mas que fuja completamente a esse estereótipo? Está aí uma tarefa das mais complicadas, até porque, via de regra, esses livrões lindos e caros, geralmente, primam pelas fotografias espetaculares, assinadas por profissionais do maior gabarito.

Então, o que fazer? Bem, a Metalivros, uma editora que tem se especializado em projetos do gênero, lançou mão do que realmente poderia ser um fator diferencial, no projeto “Capitais do Brasil”. Armou-se de fotos magníficas, não apenas de 1, mas de 42 fotógrafos, e recorreu ao texto de um dos melhores e mais criativos redatores do Brasil, o fluminense Eduardo de Logullo.

“Capitais do Brasil” revê- em 252 páginas- história, cultura e curiosidades das 27 capitais brasileiras, da mais antiga, Salvador, à mais nova, Palmas do Tocantins, incluindo, é claro, Brasília, capital federal.

Humor, liberdades poético-literárias e um estilo encantador de descrever paisagens e personagens, são as características do texto de Logullo, que, no livro esta em português e inglês (boa idéia de presente de fim de ano, sofisticado, culto e duradouro).

A tiragem inicial da obra é de 3.000 exemplares. O projeto concebido pelo editor Ronaldo Graça Couto divide as capitais por regiões e valoriza o que há de pitoresco e positivo nessas cidades, privilegiando perspectivas panorâmicas. “As capitais formam o grande caldeirão cultural brasileiro, palco das decisões que levam o país a seu destino”, diz Ronaldo na apresentação.

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História ROCKS!

BARBÁRIE

12. Dec, 2010
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Da mesma forma que os adolescentes iranianos Mahmoud Asgari e Ayaz Marhoni ( de 15 e 16 anos, respectivamente)  foram executados no Irã – se tornando um símbolo da luta contra a homofobia – em todo o mundo, milhares de gays e lésbicas seguem sendo atacados e assassinados, sem que esses crimes recebam punição que iniba definitivamente a homofobia.

O ódio à orientação sexual segue sendo uma barbárica face do  “mundo da tecnologia da informação sem fronteiras”. Um paradoxo triste e revoltante, que exige um posicionamento de cada um de nós, especialmente aqueles que, não sendo gays, discordam de  leis e comportamentos  discriminatórios.

Lutemos pela punição exemplar à Homofobia e pelo fim da ira selvagem contra os gays!

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Por mais absurdo e incrível que pareça, estamos vivendo, em pleno limiar de 2011, um recrudescimento dos crimes contra homossexuais. E não apenas em países bizarros como a jurássica Uganda. Tanto no colorido, tropical e falsamente liberado Brasil, quanto no Conservador e violento Estados Unidos barbáries como essa acontecem.

O ódio dedicado por segmentos da população aos homossexuais atinge níveis de atrocidades, ao mesmo em tempo em que os esforços das autoridades não parecem legítimos ou enfáticos o suficiente para inibir essa onda de crimes, “bullying” e outras formas de agressão aos gays, lésbicas e transgêneros.

O fato, entretanto, é que por trás desse recrudescimento da violência anti-gay está uma boa notícia. A inexorabilidade da conquista dos direiros por parte dos homossexuais, que precisam, em 2011, deixar de ser tratados como eram as mulheres e os negros. Ou como ainda são tratadas outras minorias, como os deficientes físicos.

A homofobia, um crime hediondo, esconde o medo e a ignorância que os homofóbicos têm de algo que não conhecem e geralmente temem ou repelem por conta da “lavagem cerebral” que todos recebemos das igrejas, famílias e outras organizações sociais.

Por mais que muitas sociedades estejam caminhando aceleradamente para coibir todo e qualquer tipo de discriminação contra os homossexuais, o que parece persistir de forma doentia é a necessidade que alguns têm de descarregar suas frustrações e inseguranças sobre alvos que considera mais “fáceis”, na esperança de nem serem punidos. Mais ainda, serem até “aplaudidos” por outros simpatizantes da “causa homofóbica”.

Os que odeiam os gays, querem exterminá-los ou, no máximo, como fazem a maioria das igrejas cristãs, “reeducá-los’, “curá-los” ou “regenerá-los”, como se isso fosse possível. Como se ser homossexual fosse uma doença ou uma “escolha”, um “desvio”.

A sanha dos homofóbicos não tem limites nem lei. E só a lei e a punição poderá salvaguardar um mínimo de diretos a uma popuylação que, pessimisticamente é estimada em 10% de toda a população mundial. Seriam quase 1 bilhão de gays no mundo…

E os gays estão se organizando, já imaginando que talvez, a única resposta a essa violência irracional, troglodítica, seja a violência idêntica. Não concordamos com isso, mas tememos que muitos homossexuais, acuados e com suas vidas em jogo, partam para formar milícias em defesa de seu direito de viver a vida do jeito que querem, como lhes deveriam garantir qualquer sociedade livre e democrática. Com todos os direitos, inclusive o de casar. Adotar filhos, obter cidadania, enfim. Todos os direitos! Já que na Democracia real, ninguém é melhor, pior ou diferente de ninguém.

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O O vídeo abaixo foi produzido pela Pixar, empresa do grupo Disney que produz os mais sofisticados e bem sucedidos filmes de animação do planeta. Participam da gravação apenas alguns dos funcionários, assumidamente gays, que trabalham na Pixar.

Não há como não se emocionar com esses depoimentos.



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Alasca “Spiritual”

4. Nov, 2010
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Conhecer o Alaska era uma fantasia de infância. Aliás, sei de muita gente que, como eu, tem fascinação por lugares quase “míticos” e que habitam desde nosso primeiro contato com Geografia e História, o campo dos “desejos recônditos”  quando se trata de viajar. O Alasca estava na “minha lista”  desde muito cedo.  E quando eu me mudei  para os Estados Unidos, em 1989, esse desejo se tornou mais forte, em função da possibilidade ter ficado bem mais “palpável” – ou como diria em bom baianês, “apalpável”.

Fomos eu, Amanda e Richard para o Alasca, e minhas expectativas foram, não só plenamente correspondidas, como  pude descobrir coisas que eu nunca imaginaria estarem fortemente ligadas a esse estado, que se tornou norte-americano, depois de muitos séculos pertencendo à Rússia.

Além dos “slogans” fáceis e batidos, o Alaska cabe como uma luva na definição “estado de espírito”,  porque foi justamente esse o legado de uma viagem que nos levou a 3 pontos distintos e marcantes .

A capital, Anchorage, é uma cidade média, no estilo “fronteira”,  com cerca de 300 mil habitantes, na qual os grandes atrativos são os restaurantes rústicos, onde se serve um “Halibut” excepcionalmente fresco e delicioso (“Halibut” é o “peixe oficial” do Alaska e é tão admirado mundo afora, que pode ser encontrado em diversos restaurantes de qualquer parte dos Estados Unidos).

Em Anchorage você tem a sensação de estar numa espécia de “cidade moderna do velho oeste”. Tudo é muito limpo, florido, mas essencialmente rústico. Em contraste, o Aeroporto Internacional é um escândalo de modernidade e high-tech. Todos os “check ins” são automatizados e só há assistência de embarque para os passageiros com necessidades especiais. Ou seja, em termos de aeroporto, o futuro já está ali.

Em seguida, fomos para Fairbanks, a cidade americana mais próxima do Círculo Polar Ártico  (20 minutos de carro), uma grande atração turística. Os passeios de “paddle boat” pelo rio… e uma visita aos parques temáticos que têm a neve como elemento básico, são interessantes para os turistas, digamos, mais “average”. Para mim, o que saltou aos olhos foi a beleza das flores gigantes em Fairbanks, num verão deliciosamente em torno dos 68 graus, quem diria hein?

Entre Anchorage e Fairbanks, viagem que pode ser feita de carro, numa excelente estrada, e que dura entre 5 e 6 horas, preferimos ir de trem, pela Alaska Railroad, numa das viagens mais emocionantes que já fiz. Trechos da ferrovia são encravados nas montanhas (muito parecidos com a estrada de ferro Curitiba-Paranaguá),  acima de rios de corredeiras, onde centenas de pessoas praticam “rafting”. Os esportes radicais, no Alaska, fazem parte do dia a dia dos locais e são a atração maior para grande parte dos turistas.

A terceira parte da viagem ficou por conta da excursão trem+navio ao Príncipe Williams Sound, onde durante um dia inesquecível, vimos toda a sorte de animais típicos da “Tundra” polar, visitamos as “fazendas marinhas”, onde se cultivam peixes e outros frutos do mar para comercialização, e testemunhamos a constante queda de blocos de icebergs no oceano.

O que a semana de visita ao Alaska deixou em nós foi uma dose espetacular de vida, esperança e fé num futuro que, muitas vezes nos parece tão utópico e distante. Para mim foi uma “invasão” de positividade e uma lição de humildade. Do quanto infinitamente pequenos somos diante de uma Natureza tão poderosa e fascinante.  É um lugar desse mundão de Deus que eu pretendo voltar a pisar, se tiver essa oportunidade.

JOAN BAEZ

12. Dec, 2010
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Voz de emoção e de razão

Uma legenda do folk song norte-americano, a cantora Joan Baez se tornou um símbolo de artística “engajada” política e social, pacifista convicta e  radical anti-guerras;  pagou um preço altíssimo, sendo alvo, nos anos 60,  do mesmo tipo de perseguições que sofreram John Lennon e Yoko Ono nos anos 70.

Mas a arte, especialmente a voz e a força de sua mensagem de humanidade inserida todo o tempo em 50 anos de carreira, não só sobreviveram a todo o tipo de tentativa de destruição e descrédito.

Sua imagem estará eternamente associada a Bob Dylan, seu amigo e parceiro, com quem elevou a canção folk norte-americana ao “status” de fenômeno pop e uma das maiores influências na cultura pop moderna.

Eu pessoalmente sou apaixonado pela música de Baez, fascinado por sua história de militância anti-violência e encantado ao vê-la e ouví-la aos 66 anos, cinco décadas de carreira completadas em 2010, com o mesmo brilho e a mesma dignidade.

Curtam vídeos que refletem um pouco dessa genialidade, um deles, a antológica “Me and Boby McGee” igualmente eternizada por Janis Joplin.

CONFIRA TAMBÉM:

“Satisfaction”

Liza Minelli

Priscilla é Show



WAR OF WORLDS (1953)

11. Dec, 2010
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Ao lado de “The day the earth stood still”, a versão original de “War of Worlds”(Guerra de Mundos), de 1953, se coloca como dos maiores e mais revolucionários clássicos da ficção científica. Com excelentes efeitos especiais para a época (quase 60 anos atrás), o filme tem uma interessante abordagem religiosa. “War of Worlds” foi refilmado por Steven Spielberg com Tom Cruise no papel que originalmente foi de Gene Barry, com muito êxito de bilheteria embora o próprio Spielberg admitisse que estava apenas “homenageando” o originial, que é imbatível.